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Minha querida Liubliana

A Eslovenia é mais um dos muitos países pequenos que compõem a Europa. Muitas vezes confundida com a Eslováquia pela semelhança entre os nomes e pela relativa proximidade territorial entre duas localidades, o país  ocupa a região central do continente. Serve como porta de entrada, a partir do norte da Itália, para essa parte menos explorada pelos turistas: a centro-leste. Faz também fronteira com a Croácia, Hungria e Áustria

Em geral, são apenas essas as informações que muitas pessoas possuem sobre o local - e se chegar a tanto! Por isso, entre outros motivos, o local é deixado de lado de vários roteiros turísticos. Até mesmo os que ousam sair do núcleo paris-londres-roma não colocam a Eslovênia como um destino. Talvez pela falta de tempo e de dinheiro, muitas pessoas preferem conhecer metrópoles mais famosas da região central como Praga, Budapeste e Berlim. 

Mas, a partir das informações e dicas que darei sobre a capital do país, Liubliana, eu pretendo mudar um pouquinho a cabeça de vocês haha ou ao menos fazer vocês cogitarem a idéia de um dia conhecer esse país de 20.000 km quadros (menor que o estado do Sergipe!).


Serão três postagens especiais nas quais comentarei diferentes aspectos no lugar: minha experiência, comidas, lugares e outras dicas menos específicas.

Hoje eu começo com uma narrativa geral das duas noites que passei lá! Então, shall we? 

Vista da Torre do Castelo na qual é possível ver o rio Liublianica e a Praça Prešeren 

Minha viagem

Cheguei em Liubliana depois de aproximadamente quatro horas de viagem saindo de Veneza. Eu fui acordada pelos meus pais logo assim que entramos na cidade. Eles sabiam que eu estava ansiosa para conhecê-la porque eu havia comentado sobre algumas lendas locais e pontos turísticos que encontrei na internet e pelos quais me interessei de cara, como por exemplo A Ponte dos Dragões. Eu sou bem fã de estar por dentro dos folclores e costumes de cada local porque pra mim isso corresponde à “alma” do ambiente, como se o lugar fosse uma coisa viva. 

Das janelas do carro já dava para ver que tudo por ali era bonitinho e organizado, que nem aquelas cidades-vilas típicas de cinema. Juro por deus que quando estacionamos o carro para entrar no hotel, o único barulho que escutei foi o cantarolar dos pássaros. Sem brincadeira. Esse detalhe me marcou tanto que eu fiz questão de anotar no bloquinho de viagem para eu não esquecer nunca mais haha

Ao contrário da Itália que estava um caos por todos os lados (principalmente Veneza onde as ruas são estreitíssimas), Liubliana estava numa paz e calmaria de se ajoelhar. Às vezes, visitar consecutivamente cidades muito lotadas se torna cansativo e você perde um pouco o tesão de conhecer lugares novos. Ainda mais no verão europeu, com os termômetros lá em cima! Então, as duas noites de estada nesse pequeno refúgio foram cruciais para eu continuar no pique da viagem. 

Se liguem no design desse cartaz convocando a população para uma manifestação. Até isso achei demais.

Embora eu estivesse cansada, me alojei no hotel, dei um tempo com os papitos e já saímos para almoçar. Nos hospedamos no Pri Mraku, que além de fofo (como tudo na cidade, vocês vão perceber), é bem localizado. Bem ao lado você encontra algumas opções de cafés/restaurantes deliciosos e ele está próximo ao coração da cidade: o rio Lublianica -  que além de concentrar as principais atrações da cidade ao redor dele, também faz a divisão da nova e velha Liubliana. 

Almoçamos no Le Petit Café, um dos restaurantes ao lado do hotel. Pedi salmão com purê de batata e verduras que, apesar de parecer um prato sem graça do cara**o hihi, estava muito muito bom. Depois do almoço começou a chover forte, portanto fomos praticamente obrigados a voltar para hotel. Aliás, esse é outro diferencial da cidade: o clima. A temperatura ali estava mais amena que nas outras, chegando até a fazer frio. Nos dois dias, o céu esteve nublado e houve chuva. Mas, isso não chegou a ser ruim! Para falar a verdade, foi um baita de um alívio. 


Com a chuva terminada, meu pai e eu fomos dar uma volta pelas margens do rio e pelo centro antigo da cidade. Nisso, conhecemos praticamente todos os pontos principais. Como o lugar é pequeno, dá para fazer tudo a pé tranquilamente. Sobrou tempo ainda para assistir parte do jogo Itália x Uruguai da Copa do Mundo haha. Para o dia seguinte, restou visitar o castelo da cidade - a atração mor. 

Mas sobre isso, e as demais atrações, eu comento melhor no próximo post. Acompanhem!

onze dias de sumiço e três dicas

Antes eu tinha a viagem, agora eu não tenho nada além da falta de inspiração para justificar minha ausência nesse blog. Porém, querendo tirar proveito até dos meus dias de recesso, resolvi contar um pouco para vocês sobre o que andei fazendo nesses onze dias em que não escrevi nada por aqui:

Conheci a banda HAIM 




Já percebia que vários conhecidos e amigos andavam compartilhando vídeos, músicas, fotos ou comentários sobre as três irmãs da califórnia Danielle, Este (apelido para Esternely) e Alana Haim, que haviam lançado seu primeiro disco em 2013. Vez ou outra chegava a escutar algo, mas sem dar muita atenção. Até que o itunes colocou o disco Days Are Gone em promoção e eu resolvi comprá-lo para saber o que elas tinham de tão especial. E fala sério, por que eu demorei tanto para entender? Todas as faixas do albúm são boas. Um pop agradável e longe, na minha humilde opinião, de ser aquela coisa "chiclete". Além disso, elas transmitem personalidade e seguram muito bem o visual rocker! Danielle, vocalista e guitarrista, por sua vez, já havia trabalhado para Jenny Lewis e Julian Casablanca, tocando em suas turnês.

Ontem saiu o clipe do novo single da banda My Song 5, uma das minha favoritas. Dá uma conferida:



Assisti Orange is The New Black

Quem me segue no twitter não deve ter me aguentado nessa última semana! O que eu comentei sobre OITNB não foi pouco. Sério! Outra febre que eu me arrependi de não ter começado a acompanhar antes. Em menos de duas semanas assisti às duas temporadas já lançadas e estou desesperada pela terceira! A série mostra o dia a dia de uma prisão feminina e, de maneira cômica (sem deixar de ser dramática), apresenta mulheres super impactantes e muito engraçadas! Com suas características peculiares, todas acabam nos envolvendo na trama. Acessem à Netflix e comecem a ver a-go-ra! Para você ter uma noção: a série está concorrendo em 12 categorias do Emmy desse ano. A atriz Uzo Abuda que interpreta a Crazy Eyes já levou o Emmy de melhor atriz convidada no evento Creative Arts Emmy, realizado uma semana antes da premiação principal e focado na entrega dos prêmios de categorias técnicas e participações especiais.


Viajei pro Rio de Janeiro

Dessa vez passei menos tempo que de costume, mas sabem como é né? Rio é sempre Rio! Como o clima estava friozinho e chuvoso, não rolou visitar alguma praia mais afastada da cidade, como a Prainha ou Grumari, que eu morro de desejo de conhecer! Mas o sol apareceu por algumas horas no domingo e consegui aproveitar um pouquinho Ipanema! No sábado, fomos para CAVE onde aconteceu o Heavy Baile, uma festa que mistura o funk com o hip hop. Bem legal, se vocês tiverem a oportunidade de ir, eu aconselho!

Pela Europa

Nesse meio de ano, com o Brasil inteiro efervescendo com  a copa que acontecia aqui, eu decidi - tá eu fui abençoada por dois seres chamados pais que me deram uma passagem para europa. Então lá fui eu no dia 14 de junho me encontrar com a dona Tânia e senhor Fernando (a.k.a meus pais) em Nice na França. Nada mal, né?

Meu vôo era para Portugal. Cheguei no dia 15 e só embarcaria para Nice nesse mesmo dia à noite. O marcos, amigo português do meu pai, me buscou no aeroporto e me levou para casa dele para que eu pudesse descansar e esperar a hora do outro vôo chegar. Cheguei na França já de madrugada.

A orla de nice!

Meu pai e minha mãe foram de Portugal à França de carro (eles alugaram um em Portugal) e foi assim que seguimos para os nossos próximos destinos. No total visitei 15 países + vaticano em um pouquinho mais de um mês... Daí você tira que o estilo da viagem era bem mais puxado para a aventura, para dia-a-dia na estrada do que uma coisa mais relax e "vamos descobrir cada cantinho desse lugar". Era coisa de turista marrento mesmo! Pegar ônibus hop on hop off ou então caminhar quilômetros para ver os principais pontos turísticos.

Eu confesso que acho uma delícia ficar mais tempo em um único lugar e sentir um pouco de como é a vida, o cotidiano do local - e até prefiro viagens assim - mas o benefício de fazer viagens estilo mochilão (só estilo mesmo porque viajar com os pais é bem diferente hahaha) é que você conhece lugares que nunca imaginaria conhecer na vida! E mesmo que fique lá só por um dia, você agradece por essa oportunidade!

Olha, Budapeste ali! #rs

Outra parte legal foi ter voltado para cidades que eu já conhecia e pelas quais criei um sentimento de "preciso voltar aqui!" como Barcelona. Ou mesmo voltar para países que já visitei e conhecer cidades novas como na França. Além de Paris (que me lembro bem) e Bordeaux (que não lembro de nada! era novinha quando fui lá), agora conheço Nice e Lyon.

Visitando uma das cidades mais incríveis do mundo: Barcelona!

Como são vários lugares, decidi que não falarei de todos e optarei por falar daqueles que acredito ter conhecido melhor e daqueles que mais me cativaram. Beleza? Mas vou deixar a lista dos países visitados para saber quais deles vocês mais se interessam em saber! Então, comentem!
  • Portugal
  • Espanha
  • França
  • Mônaco
  • Itália + Vaticano
  • Eslovênia
  • Hungria
  • Eslováquia
  • Polônia
  • Alemanha
  • Holanda
  • Dinamarca
  • Suécia
  • Suíça
  • Luxemburgo

Au revoir, migos

migos e migas, galera em geral

Ficarei ausente por alguns dias. Mentira, por um tantão de dias. Acontece que entrei de férias e vou aproveitar a copa para fugir do país hahaha. Vou viajar com os meus pais, que não vejo há um bom tempo, e curtir la vida loca. Logo, não terei como atualizar o blog durante esse período. Mas pensem pelo lado positivo: eu vou vivenciar tanta coisa que vocês vão até pedir para eu calar a boca (nesse caso, parar de escrever). 



Mas para o blog não ficar tão parado tive algumas ideias:
1. Convidei algumas amigas para escreverem de vez em quando por aqui. So, fiquem atentas(os). 
2. Quero criar uma página, no facebook ou o usar o tumblr que já existe (clica no link para visualizá-lo), para ir compartilhando fotos, links e pensamentos que me ocorrerem durante a viagem. O que acham? O que é melhor? Tumblr ou face? COMENTEM (eu queria lançar uma enquete, mas não sei como se faz isso não)

E é isso! Ah, eu queria dizer que tinha planejado postar mais duas publicações aqui essa semana, mas como o tempo foi corrido não deu muito certo. Me perdoem.

Um beijo na bunda de cada um! 

Rio: Praia da Joatinga

Como eu já comentei aqui, eu AMO o Rio de Janeiro (assim como qualquer ser humano normal). Sigo muitos instagrams que mostram as paisagens da cidade maravilhosa (meu favorito é rioetc, segue lá) e sempre que tenho uma viagem marcada para lá, busco que nem louca no google dicas sobre o que fazer. Numa dessas buscas, acabei por descobrir que, entre São Conrado e Barra da Tijuca, existe uma praia meio privada chamada Joatinga. Meio privada, digo, porque embora fique dentro de um condomínio privado, o acesso é público, ou seja, qualquer pessoa pode ir lá - desde que consiga, uma vez que é numa área meio isolada da cidade.


E como chegar lá? Isso é mais fácil do que falam por aí. Todos os blogues que entrei comentavam que só era possível chegar de carro na praia, porém através da minha própria experiência descobri que vários ônibus levam as pessoas para o bairro do Joá. Daí você tem duas opções:
1. Pegar um ônibus que te leve até a Churrascaria Oásis (Estrada do Joá, 136) e de lá pegar um táxi até o condomínio Costa Brava, onde fica a praia da Joatinga. Tem um ponto de táxi praticamente do lado do restaurante e a corrida sai por volta de 15 reais.
2. Pegar o ônibus 557 que sai de Copacabana e para na frente do condonímio! Chegando no Costa Brava, você dá uma andadinha tranquila até a praia.



Mas atenção: Só é possível ter acesso a praia quando a maré está baixa. Não sobra praticamente nada da faixa de areia com a maré alta.

No dia que resolvi ir lá com minhas amigas pseudo-cariocas, o céu acordou super nublado, mas, pra nossa sorte, quando a gente chegou o sol estava forte e não tinha praticamente nenhuma nuvem. Juro que é uma coisa divina ter esse pedacinho do paraíso no meio de uma cidade. O mar verde azulado é tão lindo que dá vontade de chorar. Quando a gente acha que o Rio de Janeiro não pode melhorar, a gente conhece a praia da Joatinga.

eu sendo feliz e abestada em Joatinga.






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