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Vício da semana: Zayn, apenas Zayn

Esse mês tá foda! Eu não tô podendo conhecer melhor o trabalho de um artista que eu já morro de ~paixonite~! A vítima da vez é ninguém mais, ninguém menos que o ex-one direction, Zayn Malik. Ou como ele quer ser reconhecido atualmente, Zayn, apenas Zayn.

Em março desse ano, o cantor britânico de descendência árabe lançou pela RCA seu primeiro álbum, Mind of Mine. Lembro de ver a capa irada (olha aqui embaixo) e ouvir PILLOWTALK e LIKE I WOULD e parar por aí. Achei as músicas bacanas, com uma proposta ainda pop, mas bem diferente do que ele costumava fazer quando era parte da boyband – que, sendo sincera, eu não escutava muito (no judgements here).


Até que o maldito lançou para o mundo o single BeFoUr e aí, queridas, eu pirei. Porque o som é muito legal e clipe é muito alternativozinho. E esse meu coração mezzi hispter, mezzi mainstream não resistiu. Olha só: 



Quando o CD chegou ao Spotify, lembro de escutar mas sem prestar muita atenção. É que, às vezes, para eu realmente saber se gostei ou não de um álbum, eu preciso escutá-lo no mínimo três vezes (acontece com vocês também? Por favor, digam que sim!). E no final de junho, eu finalmente resolvi dar outra chance. Foi tiro e queda porque eu tô. no. chão. rs.



Embora eu realmente ache que as músicas escolhidas para divulgação sejam boas (como a famosa PILLOWTALK), eu não acho que elas sejam a essência da coisa... o clima, a vibe, o estilo verdadeiro do CD, sabe? Há algo mais ~sexy e conceitual~ (não sei explicar, péssima blogueira, i know) que falta nelas, mas que aparece com força nas faixas TiO, rEaR vIeW e até mesmo em BeFoUr, que virou single. Essas são as minhas preferidas.



Se você curtiu Purpose do Bieber, você vai curtir o som do Zayn (inclusive, o começo da música wRoNg, do Zayn, me lembra alguma do Justin. Só não sei dizer qual exatamente. Ouçam e me digam!). Acho que é o estilo de pop que tá pegando  agora. 

Quem aí já escutou o Mind of Mine? Curtiram? 

Novo vício: o colombiano Maluma

Esse ano comecei a trabalhar na CAPRICHO e, lá, tive a oportunidade de entrevistar a minha maior ídola da vida: a Dulce María. Olha, vou confessar para vocês que sou a louca dos fandoms, mas essa mulher nunca sairá do topo da minha lista!
Quem também curte vários famosos ao mesmo tempo sabe que em uma época a gente está mais na vibe de um que na de outro e, com essa entrevista, a Dul e todos os ex-rbds voltaram a ficar no centro da minha atenção (amor eterno, né <3). Só que não parou por aí: eu entrei de cabeça na vibe da música latina e, nisso, acabei descobrindo meu novo amor platônico (real, oficial): o cantor colombiano Maluma.


Com apenas 22 aninhos, ele é um dos artistas mais bombados atualmente. No Spotify, por exemplo, você vai ver o nome dele na lista das "50 mais tocadas" de vários países da América Latina - não à toa, ele acumula mais de 5 milhões de reproduções por mês e ocupa a 165ª posição no ranking dos artistas mais populares na plataforma. Além disso, em menos de dois meses, o vídeo clipe de El Perdedor, seu último single, já tem mais de 100 milhões de visualizações.

E aí, você me pergunta "mas como que a gente nunca ouviu falar desse homem, gente?" e eu te respondo que, por algum motivo, a maioria dos sucessos dos nossos hermanos não entra no Brasil. Reggaeton por aqui é lenda!



Se você for muito antenada na vida das celebs, você já deve ter ouvido o nome dele antes. É que, no começo do ano, ele foi apontado como o affair de verão da Anitta (ô sorte, ein moça!). E se você for fã do Lucas Lucco (não é o meu caso), você pode ter visto Maluma no DVD O Destino, no qual fez participação especial durante a música Princesinha. Olha só:




Mas Maluma vai muito além de uma carinha bonita (e um corpinho abençoado)! As músicas são realmente viciantes. Como boa curiosa, não me contentei em ouvir apenas os sucessos do cara e já aproveitei para conhecer o último álbum Pretty Boy, Dirty Boy, lançado em 2015, inteirinho. Além de El Perdedor, que comentei lá cima, Borro Cassete e El Tiki também foram grandes hits. A música Sin Contrato, apontada como o próximo single do colombiano, ganhou até uma versão com as meninas do Fifth Harmony.





E não acaba aí, não! Na verdade, o álbum inteiro é bem legal. Vale escutar do começo ao fim! Além das músicas que já são famosas, eu particularmente adoro Dónde Estás, Me Gustas, Ya No És Niña, Solos e Recuérdame – só pra não citar todas de um vez. Escute todas elas aqui.

Pode apertar o play e começar a viver essa paixão platônica comigo! 

Breathe in, Breathe out: Três músicas para escutar do novo cd da Hilary Duff

Para quem não sabe, eu sou tarada na Hilary Duff. Então quando o novo álbum Breathe In, Breathe Out começou a tomar forma, eu surtei de alegria. No processo entre a divulgação do comeback single Chasing the Sun, em julho de 2014, até o lançamento do disco, em junho desse ano, mudanças significativas aconteceram. A pegada mais folk do início foi substituída pelo pop característico da cantora.


Sendo assim, o cd veio com apenas duas faixas na onda folk/country: Belong e Rebel Hearts. Embora eu tenha ficado curiosa para ver mais desse estilo depois de escutar All About You (<3), as duas outras não me agradaram, então acho que fico com rumo escolhido.

De modo geral, BIBO é um álbum super gostosinho que faz uma mistura de batidas dançantes com vocais mais lentos. Daqueles que você não pula uma faixa? Infelizmente, não. Mas ele certamente tem ótimas produções e eu selecionei as minhas três preferidas para compartilhar com vocês. Antes não deixe de conferir o single Sparks, se você ainda não viu.

Kit para os fãs, do Fanjoy, pensado pela própria Hil. Acompanha tatuagens temporárias, cartinha de agradecimento, fotos,  hidratante labial Eos, pulseira, camiseta (não está na foto) e claro, o cd. E o melhor? O meu veio autografado. É isso mesmo, Brasil. 
Aperte o play e relembre a voz da nossa eterna intérprete de "Hey now, hey now, this is what dreams are made of":

1. My Kind 
A segunda faixa do cd é um meio termo entre baladas românticas e batidas dançantes. Sabe quando você acorda e quer escutar uma música agitada para ganhar ânimo sem parecer que está indo virar a noite numa rave muito louca? Ou então quando você quer ouvir uma música sobre amor e não quer se matar de chorar? Essa é My Kind. 


O vídeo acima não é o clipe oficial.

2. Lies
Ouso em dizer que talvez essa seja minha preferida do cd inteiro. Lies tem uma vibe muito poderosa. Deixa eu tentar explicar: Toda vez que escuto essa música, eu imagino um clipe arrasador, com direito a coreografia no estilo "olha o que perdeu, querido" e cenas de vidro sendo quebrados. E o que são essas trombetas (ou qualquer instrumento de sopro que seja)?


3. Tattoo
A queridinha dos fãs demorou para me conquistar. Não foi instantâneo, achei um pouco infantil de imediato, mas logo depois consegui curtir a vibe da composição fofa feita em parceria com o Ed Sheeran. O legal é que ela me lembra um quê do primeiro cd da Hilary (com Come Clean e So Yesterday, sabe?). Assista também a versão acústica.



Se você gostou de My Kind e Lies, dê uma chance para Stay in Love. Para Tattoo, ouça Brave Heart e Nights Like This. Mas se você quiser algo mais puxado para o eletrônico, aposte em Arms Around a Memory.

Série: DoAmor

No geral, eu sempre gostei do cinema brasileiro. Acredito que por retratar a sociedade da qual participo, a identificação com os personagens costuma acontecer sem grandes esforços:  na fala, nos gestos, nos costumes... Por outro lado, eu nunca prestei muita atenção em produções nacionais senão os filmes. Eu nunca consegui acompanhar novelas e as únicas séries que assisti após a infância foram Maysa e Aline, ambas da rede Globo.

Até que conheci a série Do Amor, transmitida em duas temporadas no Multishow entre 2013 e 2014, que logo se transformou em uma das minhas favoritas.


A atriz Maria Flor dá vida a fotógrafa Lulu, protagonista da série, que vive um lindo romance com professor universitário Pio, interpretado por Armando Babaioff. Após se cruzarem pela esquinas do Rio de Janeiro, sem imaginar que iriam se encontrar novamente, eles acabam por se conhecer em uma festa junina, na qual iniciam sua história juntos. 

Paralelamente ao enredo principal, somos apresentados aos amigos do casal. Eva, melhor amiga de Lulu, é uma sedutora que não quer saber de apegos. Lena e Tomás, melhores amigos de pio, são namorados há oito anos, mas um deles parece não estar tão comprometido assim com o relacionamento. Barbára é uma aluna apaixonada por Pio. Por fim, temos Lucas, publicitário moderninho, que será motivo de discussões de Lulu e Pio. 



No primeiro episódio, vemos o início e o fim da relação, que será detalhada em outros 12 episódios. O enredo é trabalhado de maneira tão natural que poderia estar falando da nossa vida ou da vida de alguém próximo. E é exatamente isso que torna Do Amor tão bacana: retrata situações do dia-a-dia sem muito alvoroço, mas, por outro lado, se mostra como uma verdadeira fonte de inspiração: o cenário, o figurino, a maquiagem, a trilha sonora. Todos os detalhes são pensados harmoniosamente para fazer da série um capricho só. 



Mais uma série "gente como a gente" que traz poesia para falar do sentimento mais universal do mundo. Rápida, cada episódio leva aproximadamente vinte minutos, ela é uma ótima indicação para quem gosta de celebrar o amor do jeitinho que ele é: espontâneo, devastador e único. Afinal, embora partilhem semelhanças, nenhum romance é igual ao outro. 

Você pode conferir as temporadas na íntegra no Multishow Play ou vimeo da produtora Fina Flor Filmes. Infelizmente, por não alcançar a média de público esperada pelo canal, a série foi cancelada. 





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