Uma das minhas metas para este ano é investir de verdade no meu visual. Eu sempre desejei me vestir como as pessoas que me inspiraram, mas nunca percebi que para isso eu precisaria me esforçar. E me esforçar literalmente: treinar, entrar em ação e não (só) ficar no Pinterest desejando a vibe de outras pessoas. Eu preciso trabalhar com as ferramentas que eu tenho – e elas são as roupas que já estão no meu armário.
Umas das formas mais fáceis de incrementar um visual é apostando em sobreposições. Infelizmente, pelo clima brasileiro, é um pouco difícil fazer isso sempre, mas com a chegada do inverno, fica mais fácil. E como eu amo muito ~meu~ Pinterest, não abri mão do site e pesquisei por lá maneiras para sobrepor uma das minhas peças favoritas da estação: moletom!
Não existe nada, na-da, que eu ache mais fácil nos dias de preguiça que jogar um conjuntinho de moletom. Só que eu odeio ficar com cara de desleixada. E convenhamos, sem make e cabelo de celeb (um cabelo ou penteado maravilhoso muda tudo, vai?), ficar com cara de louca é muito fácil. Mas uma das formas de reverter isso é apostando em uma peça mais ~social~ ou estruturada. Olha só como o casacão longo foge do look street.
Na verdade, qualquer peça que fuja do tema esportivo, típico do moletom, já dá uma quebrada e ajuda para não ficarmos com cara de louca. Eu sempre fico com cara de louca quando visto um conjunto de moletom – ainda passo longe de ficar que nem a Gigi, por exemplo. A modelo apostou em um coturno pesadão e uma bolsa pequenininha e estruturada, que embora pareça um detalhe pífio, faz, sim, uma diferença. Uma bolsa mais molenga, digamos, deixaria o look mais casual.
Outro truque que parece besta, mas muda muita coisa: deixar o tornozelo (ou até mais) à mostra. Perceba que quase nenhuma celeb (a.k.a pessoas que trabalham o tempo todo ao lado de stylists) usa uma calça que vai até o finzinho da perna, cobrindo o tornozelo. Além disso, todos os conjuntos são sempre muito bem ajustados ao corpo: larguinhos, mas na medida.
Eu não sei nem explicar o quão perfeitamente ajustado esse look acima está, menina! *suspiros* Além disso, Gigi acertou muito ao combinar cores complementares, no caso o verde militar e o vinho arroxeado. E até o make tá na vibe! A bomber estruturadinha deixa tudo ainda mais "no lugar". PS.: Percebeu onde acaba a barra da calça? ;)
Outro truque é inverter a ordem: colocar um moletom do meio de outro conjuntinho, tipo jeans com jeans. Eu adoro o de cima já que ela troca a calça, muito utilizada no inverno, pela combinação de short + bota de cano alto.
Em outro momento, quando ela optou pela calça para um look jeans com jeans (dessa vez, com tingimento preto), Gigi apostou em um outro truque para deixar a produção mais ~tchã~: dobrando as mangas da jaqueta jeans, deixando parte das mangas do moletom aparecendo.
Em cima, falei como vale apostar em peças de outro estilo para turbinar o look moletom. Seguindo a mesma lógica, dá para apostar no moletom como a peça de quebra. No look acima, por exemplo, tudo estava bem modernete: calça de couro, casaco de pelinhos, bota pesada, aí a blusa de moletom veio por baixo, acrescentando algo mais esportivo e casual.
Por fim, dois looks para ficar de inspiração, já que são peças bem mais difíceis de já termos no armário. Por que não sair da caixinha e investir na combinação do moletom com uma peça mais molenga, de tecidos leves tipo uma calça estilo pijama? Ou então investir ($$$) em um conjuntinho de moletom com uma modelagem diferente, menos esportiva? Boa opção para sair do óbvio.
Vocês já notaram que passei por um processo de me entender melhor pelo meu guarda-roupa. Mas esse não foi a única maneira que descobri mais sobre mim, afinal, também me encontrei na organização. E resolvi que seria legal falar para você sobre isso já que me ajudou bastante e acho que pode ser útil para vocês.
IMPORTANTE: ESSE É O ROTEIRO QUE FIZ PARA UM VÍDEO PARA MEU CANAL DO YOUTUBE SOBRE O TEMA. Confira:
Geralmente, quando alguém procura entender um pouco mais sobre organização e como tornar-se uma pessoa organizada, o provável motivo para é isso é que a pessoa sente que não está sabendo lidar com o tempo da maneira mais inteligente possível. Seja porque ela está muito sobrecarregada, tentando realizar muitas tarefas e sentindo frustrada ao não conseguir dar conta delas, seja porque ela não faça muita coisa assim, mas sinta que não está aproveitando o tempo da maneira como gostaria, alguém que não sabe muito bem what the fuck está fazendo da vida, com desejos que nunca coloca em prática (olá, essa sou eu :p).
Dessa forma, um dos primeiros e grandes benefícios da organização é conseguir encontrar um equilíbrio entre as tarefas do a dia a dia e o relógio com apenas 24 horas. Afinal, ao estipular uma grade de horários para os compromissos e tarefas do dia (ou da semana), você consegue entender quais, de fato, são possíveis de serem colocados em prática durante o dia.
Se ficarmos com todas as tarefas e compromissos que precisamos cumprir apenas na cabeça, é normal acabarmos achando que damos conta de MUITO mais coisas do que realmente conseguimos dar em um dia de 24 horas (além de ser mais fácil de esquecer desses afazeres, né?). Isso acontece, entre outros motivos, porque apenas consideramos as tarefas em si quando pensamos no dia realmente sem organizá-lo. Não consideremos hábitos diários como o tempo de deslocamento, o tempo para se arrumar e tomar café, entre outros, que podem levar de 3-4 horas do nosso dia. Diz que não?
Quando a gente prepara o nosso dia, tentando fazer uma distribuição das tarefas ao longo dele, demarcando horários para as tarefas ou elegendo as principais do dia, por exemplo, temos muito mais clareza do que é e do que não é possível realizar. Compreendemos que algumas dessas tarefas terão que ser adiadas simplesmente porque elas não cabem nas horas do dia. E essa seleção do que deverá ser realizado no dia e o que deverá ser adiado (ou até mesmo cancelado) é um processo que parece banal, mas que é algo primordial que é definir PRIORIDADES.
E a definição de prioridades é real função da organização. Ter uma rotina produtiva e uma casa arrumada, por exemplo, é apenas umas das consequências da organização, ao colocarmos as prioridades em prática, mas não o objetivo dela em si.
Para você ser uma pessoa organizada, você não precisa nascer com “um dom natural” ou gosto pela coisa. Você simplesmente precisa parar um pouquinho e pensar: O que é importante para mim? O que eu quero fazer e alcançar na minha vida? Essas são as suas prioridades. E é exatamente por isso que eu acredito que a organização serve como um antídoto para a ansiedade. A ansiedade é um sentimento que está quase sempre de mãos dadas com um medo: medo de não conseguir dar conta de tudo, medo errar, medo de não suprir as expectativas dos outros e/ou as nossas próprias expectativa.
Minha ansiedade, por exemplo, sempre namorou o medo da morte: eu tinha tanto medo da morte que era difícil eu passar uma semana sem pensar nela. Eu achava que ela sempre estava chegando. E meu medo não era de COMO eu morreria, mas quando. E eu demorei bastante tempo para entender que esse medo não era da morte em si, mas de não viver tudo aquilo que eu achava que eu deveria viver. Eu tinha sonhos, objetivos, desejos… Ah! Eu tinha muito para viver. Eu não poderia morrer aqui e agora, atravessado essa rua. E esse medo me deixava ansiosa porque já pensou se morresse amanhã? Ao mesmo tempo que quando eu sentia que eu não estava utilizando meu tempo de vida do jeito que eu queria, eu ficava com medo (porque a morte podia estar chegando, não é?). Era uma situação paralisadora.
Quando eu comecei a ler mais sobre organização, eu não estava tentado mudar esse ciclo, que eu até sabia que existia, mas não sabia como sair dele. Eu simplesmente estava buscando saber como poderia dar mais utilidade para o meu cotidiano: criar hábitos que eu sempre quis ter, mas sempre deixava para depois, como meditar, fazer atividade física, me dedicar aos estudos, ficar menos tempo no computador e por aí vai... Porque eu sentia que eu estava sendo levada pela vida e não levando vida que eu queria levar.
Mas assim que eu comecei a ler o primeiro livro que li sobre o assunto, que no caso foi o Vida Organizada da Thais Godinho, um dos primeiros passos indicados para que eu (ou qualquer leitor) me tornasse organizada era saber quais eram minha prioridades. Que eu fizesse exatamente as reflexões que citei acima. E foi aí que eu me toquei que eu não sabia o que eu queria para minha vida. Eu não sabia quais eram meu sonhos ou os meus objetivos. Eu não sabia o que me deixava feliz. Ou eu até podia saber que, sei lá, eu tinha um objetivo de emagrecer. No entanto, um outro passo importante era questionar as suas prioridades: Por que isso é prioridade? E aí as coisas ficaram mais difíceis. Ou seja, eu tinha um medo enorme de ir embora antes de fazer tudo que eu queria fazer, só que ao mesmo tempo eu nem sabia, de verdade, quais eram esses grandes feitos que eu queria alcançar.
Mas para eu perceber isso, eu precisei de algumas poucas e boas leituras sobre o assunto. Porque essa situação que hoje parece óbvia para mim, na época, era invisível. Só quando eu percebi que essa fase primordial de definição de prioridades era mais importante do que a "criação–de–uma–rotina–com horários–definidos–para–os–hábitos–que–queria–incorporar" (a criação de rotina pela criação de rotina, sabe?) que eu realmente me tornei alguém mais organizada. Porque eu tinha prioridades. Pelo menos uma noção mínima, já que eu ainda acho que estou no processo de descobrir minhas verdadeiras ambições.
Mas quando eu consegui definir esses “rascunhos”, digamos, de prioridades, minha vida realmente já passou a fazer mais sentido. Porque tudo que eu faço, agrega em algo para mim. E as chances de eu gastar tempo de vida e energia em algo ou alguém que não é importante para mim ficaram menores. Eu fazer algo porque é isso que a sociedade espera de mim é menor. E, assim, eu comecei a lidar melhor com a ansiedade. Por exemplo, eu não vou para um rolê com pessoas que não significam muito para mim por FOMO (Fear Of Missing Out). Mas eu vou passar um tempo com meus amigos que importam. Quando meus pais me ligarem para falar comigo ao telefone, eu não vou responder qualquer coisa porque estou ocupada com computador ou televisão porque eu sei que ter contato com meus pais que não moram mais comigo é mais importante. Isso, claro, é prática e um exercício diário. Afinal, é difícil sair do modus operandi.
Ter prioridades me ajudou me importar mais com o agora, afinal eu entendi NA PRÁTICA que é com o hoje e o agora que eu construo o meu futuro. Afinal, nós LITERALMENTE só temos o hoje. Ninguém sabe (mesmo!) o que vai acontecer amanhã. E, dessa forma, o meu futuro ficou menos idealizado. Porque do jeito que levava a vida (ou melhor dizendo, que a vida me levava) parecia que o futuro era a terra prometida da felicidade eterna. O futuro seria melhor que o presente. Mas ele não existe, né? O presente existe.
Então, além de me ajudar a levar a vida que eu quero viver e alcançar os objetivos que eu quero alcançar, a organização também me deixou menos ansiosa porque eu parei de esperar pelo "futuro maravilhoso" e viver o presente.E, por isso, eu posso garantir que você não precisa ter medo da morte como eu para curtir os benefícios da organização. Esperar pelo futuro e menosprezar o presente é uma máxima na nossa sociedade. Parece que está todo mundo esperando o fim de semana ou as férias para curtir a vida e ser feliz; parece que está todo mundo esperando o salário cair ou ganhar na loteria para realizar os sonhos.
Por isso, quando você define suas prioridades, você percebe que não precisa mais viver assim. Primeiro, você vai perceber que certos hábitos não fazem mais sentido, então você vai os eliminar da vida – e isso pode ser uma coisa simples como, sei lá, parar de gastar dois reais todo dia com um cafézinho depois do do almoço ou algo mais impactante como mudar de profissão. Segundo, que tudo que permanecer serão coisas que importam para você. E você vai conseguir focar nelas e até mesmo sentir #gratidão por todas elas. Porque talvez você precise fazer um tarefa chata para o trabalho hoje, mas essa tarefa é apenas uma de tantas legais que te possibilita estar num emprego que você sempre quis ter. Mas, claro, sabemos que mudar hábitos não é algo fácil. Então seja paciente com você (e lembre por que é tão importante construir ou livrar-se desse hábito!).
Quando a gente percebe quais coisas realmente são importantes, fica mais fácil identificar quais não são e, assim, fica mais fácil transformarmos nossos sonhos em realidade. Afinal, cortar o café de “só” dois reais por dia, te ajudou a poupar um dinheirinho para fazer um passeio por uma praia perto da sua cidade no final do ano, né? <3
Esse é meu relato. Se vocês já passaram por uma experiência parecida, me conta nos comentários. Beijos e até a próxima!
No processo de consultoria, um dos primeiros passos é a aplicação de um questionário e de atividades com imagens. Essas ferramentas são MUITO importantes para que a consultora consiga entender quem a cliente é, quais são as insatisfações e os desejos dela, por exemplo, para que assim ela monte um plano de ação, que será uma espécie de ~guia de estilo~ da cliente.
O mais legal? Você não precisa passar (e pagar $$$) por uma consultoria para ter acesso a um questionário desses. As meninas do Oficina de Estilo, por exemplo, propõem questionamentos interessantes (que geralmente aparecem nos questionários das consultoras) no livro Vista Quem Você É, já recomendado aqui várias vezes. Outra opção é seguir as dicas que vou dar aqui nesse post, feito especialmente para que você comece essa jornada (life-changing) de otimização do guarda-roupa e estilo pessoal!
"Style dos not come to you until you pay attention to it"
"Finding my own style was about accepting and liking myself"
Um aspecto que temos que manjar pra lá de bem se quisermos lidar melhor com o nosso guarda-roupa é a nossa personalidade. Afinal, nossa personalidade é base do nosso estilo, se o entendermos, em parte, como as nossas escolhas, as nossas atrações: os filmes que queremos ver, as celebridades que babamos os estilos, as risadas que contagiam a gente. Por isso, questione-se: "O que me atraí?". Se parece difícil, comece pelo contrário: "O que me repele?". Mas estilo, como podemos imaginar, não é só isso. Estilo é a gente em forma de símbolos, que aparecem tanto no nosso visual/aparência quanto nas nossas atitudes. Para trazer isso ao mundo da moda, vale responder estas perguntas:
- O que eu já gosto em como me visto?
- O que gostaria de melhorar?
- O que procuro sentir ao me vestir?
- E o que sinto ao me vestir atualmente?
- Como gostaria que as pessoas me percebessem pelo meu visual?
- Quem são meus ícones de estilo? Por que? O que me atraí neles?
- Qual tipo de roupa jamais me imagino usando?
- Quais peças do meu guarda-roupa mais uso? Por que?
- Quais menos uso? Por que?
Outro aspecto é perceber como realmente é o nosso estilo de vida. Aqui nós precisamos observar detalhadamente nossa rotina, miga. Quantas horas por dia você passa trabalhando? Onde trabalha? Quantas horas de lazer? Para onde gosta de sair? Balada, barzinho ou parques? Quantas vezes por semana? Quanto tempo você passa em casa? Entender como você organiza a rotina é crucial para a organização do guarda-roupa. A idéia é que quanto mais tempo você gasta em uma atividade específica, mais valor ela terá no armário. Ou seja: se você passa mais tempo por semana no trabalho do que na balada, é mais FUNCIONAL ter mais roupas de trabalho do que roupa com brilho para curtir a night, sacou?
O maluco é que ao percebermos como nossa rotina está dividida podemos verificar se estamos investindo e gastando energia em atividades que são importantes para gente. E isso pode transformar bastante nossa vida, né? Trazer mais felicidade <3
"If you got personal style, you can change your look from day to day and always look like yourself"
Antes de responder essas perguntas, eu acho interessante seguir uma proposta do livro The Curated Closet: durante duas semanas, tire fotos das roupas que você usar (até mesmo das que você usar para ficar em casa!). Após esse período, faça uma análise das fotos e responda não só as questões que já coloquei aqui, como também estas abaixo:
- Qual look usado nessas duas semanas é o seu favorito? Como você se sentiu ao usá-lo? E qual o menos favorito? Por que?
- Em uma escala de um 1-10, o quão feliz você ficou com as roupas que vestiu?
- Que cores e silhuetas/caimentos você mais usou?
- Você percebeu alguma espécie de "fórmula" para montar as combinações de roupas?
Reconhecendo o nosso estilo, ficamos mais empoderadas. Reconhecemos quem somos, quais coisas são importantes para gente e começamos a fazer decisões mais inteligentes – não só em relação ao guarda-roupa, mas à vida em geral, ao trabalho, às relações. Em um mundo cheio de must-haves, isso é dar poder às nossas escolhas, sim. Afinal, recebemos muitos estímulos durante o dia e entender bem quem somos é o antídoto perfeito para não ir na maré de t-o-d-o-s esses estímulos, apenas aos que combinam com a gente. Dessa forma, o estilo é mais sobre se encontrar, do que ser ROTULADA. Você não precisa se encaixar no boho, no rocker, no blogueira, você "só" precisa ser você.
Para finalizar, trago um trecho incrível do Vista Quem Você É: "Individualizar o estilo visual é nadar contra a maré de que todo mundo precisa se vestir igual para se encaixar".
Como eu já comentei aqui, eu AMO o Rio de Janeiro (assim como qualquer ser humano normal). Sigo muitos instagrams que mostram as paisagens da cidade maravilhosa (meu favorito é rioetc, segue lá) e sempre que tenho uma viagem marcada para lá, busco que nem louca no google dicas sobre o que fazer. Numa dessas buscas, acabei por descobrir que, entre São Conrado e Barra da Tijuca, existe uma praia meio privada chamada Joatinga. Meio privada, digo, porque embora fique dentro de um condomínio privado, o acesso é público, ou seja, qualquer pessoa pode ir lá - desde que consiga, uma vez que é numa área meio isolada da cidade.
E como chegar lá? Isso é mais fácil do que falam por aí. Todos os blogues que entrei comentavam que só era possível chegar de carro na praia, porém através da minha própria experiência descobri que vários ônibus levam as pessoas para o bairro do Joá. Daí você tem duas opções: 1. Pegar um ônibus que te leve até a Churrascaria Oásis (Estrada do Joá, 136) e de lá pegar um táxi até o condomínio Costa Brava, onde fica a praia da Joatinga. Tem um ponto de táxi praticamente do lado do restaurante e a corrida sai por volta de 15 reais. 2. Pegar o ônibus 557 que sai de Copacabana e para na frente do condonímio! Chegando no Costa Brava, você dá uma andadinha tranquila até a praia.
Mas atenção: Só é possível ter acesso a praia quando a maré está baixa. Não sobra praticamente nada da faixa de areia com a maré alta.
No dia que resolvi ir lá com minhas amigas pseudo-cariocas, o céu acordou super nublado, mas, pra nossa sorte, quando a gente chegou o sol estava forte e não tinha praticamente nenhuma nuvem. Juro que é uma coisa divina ter esse pedacinho do paraíso no meio de uma cidade. O mar verde azulado é tão lindo que dá vontade de chorar. Quando a gente acha que o Rio de Janeiro não pode melhorar, a gente conhece a praia da Joatinga.