mini

Mostrando postagens com marcador MINHA VIDA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MINHA VIDA. Mostrar todas as postagens

Favoritos da semana

Olá, minhas amadas e meus amados! Os estou cumprimentando de forma breguíssima (essa palavra existe?) porque na sexta-feira passada eu fiz 20 fucking anos e agora eu posso tudo, porra. Vinte aninhos... Idade que pesa, mas só significa que minha adolescência está durando mais que o estipulado rs e não prevejo mudança significativa nos próximos oito anos (no mínimo).

Como aniversário é sinônimo de festa, badalei da melhor forma possível: a menos digna. Graças a um fofo que colocou RBD na playlist, pude subir no palco para cantar uma música muito representativa: Santa No Soy (y no seré). 

Y donde queda la parte de mí que nunca sabe hacia dónde ir?

Mas as música bad ass não pararam por aí, teve muito rock emozinho que consumiam 70% do meu MP3 na minha pré-adolescência. E na hora das divas do black, não poderiam ter acertado mais: RiRi e Karol Conka. 

Peguei sua opinião, um, dois, pisei hihi 

Bitch, better have my money yayo yayo 

<3 Em resumo, foi uma puta de uma festa linda <3 

Falando em bad ass, assistindo ao filme Little Birds no netflix, descobri uma menina que segura um carão daqueles: A atriz Juno Temple. A londrina de 25 anos, que mora em L.A, já atuou em vários filmes conhecidos. Entre os mais recentes estão Malévola, Sin City: A Dama Fatal, Lovelace e Amaldiçoado (Horns). 



O cabelão bem loiro combinado com o olho marcado, fazendo uso de sombra preta bem esfumada, me remete a uma mistura das irmãs Olsen com Avril Lavigne. O mais bacana do visual é que ele fica legal justamente pela bagunça. A textura do cabelo dá volume e a variedade fica por conta das maneiras como usa: liso, ondulado e cacheado! 


Fica essa inspiração de beleza. Umas dessas chicas com a vibe I don't care que eu piro. 

Por fim, indico a lojinha online Elephant. Se você curte essa onda gótica mítica indiana arrasadora, esse é o seu mais novo endereço para comprar acessórios.

As gargantilhas são alguns dos itens vendidos na loja. Foto retirada do instagram da marca. 

E pra fazer jus ao post com a linguagem mais brega e blogueyra deste meu espaço cibernético, me despeço mandando muitos beijos de luz. É nóis <3

Minha semana: Amígdalas no more!

Atenção: o texto abaixo pode ser extremamente tedioso para pessoas que 1. não queiram operar as amígdalas ou desvio de septo 2. não tenham o menor interesse na minha pacata vida (o que é absolutamente compreensível)

A semana que nunca acabou. Esse poderia ser facilmente o título do post se a semana, de fato, não tivesse acabado. 


No sábado, 28/03, entrei no centro cirúrgico para remover minhas amígdalas e desfazer o desvio de septo. A internação acontece duas horas antes da realização da operação. Me instalaram em um quarto confortável para fazer a triagem (checagem de pressão, temperatura,etc) e mudança da vestimenta. Logo após, com tudo no ponto, me encaminharam para o andar em que seria operada. A anestesia geral me fez apagar automaticamente e só fui acordada após a finalização da cirurgia - pelos médicos que me avisavam que a partir dali eu deveria respirar pela boca. 

Os instantes que sucederam a operação foram os mais dolorosos. A queimação na garganta era tanta que eu me tremia inteira e choramingava pela cama. Aplicaram uma dose de morfina para aliviar a dor, mas ela persistiu. Ter as narinas bloqueadas (para controlar o sangramento) só agravava o desconforto de ter que respirar pela boca. Aplicaram outra dose e, enfim, eu consegui me acalmar. Percebendoa melhora, fizeram a liberação para eu ir para o quarto – onde eu ficaria por mais duas noites, sob análise médica e recebendo medicações mais fortes.



Não é uma das recuperações mais tranquilas, principalmente, se como eu, você for apaixonado por comida. É necessário ficar em jejum absoluto (nem água pode!) doze horas antes da realização do procedimento operatório. Logo, eu não comia nem bebia nada desde sexta-feira à noite. Consegui colocar o primeiro pedaço de comida no corpo apenas domingo pela manhã: um potinho de gelatina. Você sente fome, mas não consegue comer. Enquanto minha mente pensava em batata-frita, sushi, macarrão, me eram disponibilizados caldos mornos-frios, sorvete e gelatina. Apenas coisas líquidas-cremosas e que não estivessem em temperaturas altas.

Na quinta-feira, fiz o retorno semanal no hospital (farei por pelo menos duas semanas) e a médica me liberou para comer comidas mais sólidas como miojo, arroz bem molinho com caldo e sashimi! Mas, na verdade, domingo eu já tava conseguindo comer pizza (mastigando muito, muito). Talvez tenha sido um pouco errado, mas não senti dor haha


Já em casa, as coisas ocorreram bem. É necessário o repouso absoluto por sete dias. Recebi visitas de amigos e consegui avançar os trabalhos da faculdade. Por outro lado, ver as pessoas comendo coisas gostosas cortava meu coração: até feijão com arroz parecia coisa de outro mundo! Continuei tomando as medicações indicadas; não senti dores fortes, exceto logo após acordar, pois o sangue nas narinas não conseguia circular muito bem durante a noite, e em outros momentos aleatórios, nos quais eu tomava lisador

No fim, sei que todo esse sofrimento valeu a pena - e que minha experiência não foi a pior. Existem pessoas que passam por dores mais fortes nesse processo. Ano passado tive amígdalite sete vezes e houve um mês em que precisei tomar antibiótico duas vezes! Pelo menos, sei que por isso não vou passar de novo, então... há males que vem para o bem e eu finalmente posso dizer: hit the road, amígdalas! Tão indo tarde. 

Minha dica, então, para qualquer pessoa que esteja em uma situação semelhante é: faça-  e o quanto mais novo, melhor a recuperação!

Outras dicas úteis:
  • Não aceite a primeira alta. Se oferecem mais um dia no hospital, aceite. Os remédios nas veias facilitarão sua recuperação
  • Certifique-se de não comprar sorvete light!!! (minha mãe fez isso, não foi muito legal) Você já não vai comer direito, quando enfiar algo na boca que a comida seja ao menos saborosa! 
  • Compre nutella. Existe uma receita de milkshake tão boa que fazê-la pode melhorar um possível dia merda que você vai ter <3 Aí vai: sorvete de creme, nutella e creme de leite. No liquidificador bata o sorvete com a nutella e reserve. Em uma panela coloque um pouco de creme de leite e mais nutella, até ficar homogêneo. Pegue um copo de vidro e coloque um pouco da calda no fundo, além de espalhar pelo corpo. Depois despeje o líquido e, por fim, coloque um pouco mais da caldinha por cima. E pronto! É a salvação!

Desejos de aniversário (sim, eu estou fazendo isso)

Abril tá chegando e pra quem ainda não sabe é o mês do meu aniversário! E, sim, eu sou totalmente dessas que ficam animadas com aniversário e não entendo qual é a das pessoas que não curtem comemorar a data: é uma vezinha só no ano inteiro! Você pode aproveitar para fazer um programa legal com os amigos (no qual todos estarão focados em como a vida deles é maravilhosa por ter uma amizade como a sua hihi) ou simplesmente para usar a desculpinha "ah, mas hoje é meu aniversário" para fazer qualquer coisa que a gente queira fazer ou se livrar de uma tarefa chata. Além de comer bolo (troque por qualquer comida que você goste muito) pra ca-ra-lho.

Mas como é lei nos aniversários: ninguém fica tão animada/o quanto você, afinal, ninguém além de você está completando anos de vida. Paciência, a gente aprende a lidar... Até porque não há nada que uns presentinhos não possa resolver, né? haha :p

Brincadeiras à parte, é sempre bom passar um tempo com quem a gente ama. Contudo, hoje vim aqui dividir com vocês alguns itens nos quais eu tô querendo colocar as mãos faz um tempinho. E eu nem acredito que eu tô fazendo um post de #wishlist, mas quem sabe vocês se interessam ou até mesmo possam me aconselhar na compra de algum desses desejos? 



Acho que uma nova câmera filmadora/fotográfica é o que eu mais estou querendo no momento. Pesquisando opções, encontrei esse modelo da Canon que é o ideal para mim. Ela, diferentemente das outras câmeras profissionais, não é grandalhona e pesada, sendo possível de carregar na bolsa (ótima alternativa para viagens!). Além disso, grava filmes em HD e tem ligação com Wi-Fi, permitindo não só a transferência automática das fotos para outros aparelhos, como também o próprio controle da máquina nesses aparelhos (desde que estejam até 5m de distância). O único probleminha: não está a venda no Brasil. 

Alguém conhece outra máquina que tenha funções parecidas?

Livro: Dulce Amargo - Dulce María

Sim, gente, eu vou completar 20 anos na cara e estou querendo a reedição do livro feito pela Dulce María. O livro é uma coletânea de escritos (pensamentos, canções, poemas...) da cantora lançado pela primeira vez em 2008. A nova edição traz textos inéditos e vem sob o título de Dulce Amargo, Lembraças de Uma Adolescente.

DVD: Alive in the U.K - Paramore

É o seguinte: desde de The final Riot!, a banda não lança um DVD. Depois disso, outros dois discos de estúdio (Brand New Eyes e Paramore) foram divulgados e muita confusão rolou. O grupo sofreu diversas modificações: de quatro integrantes passaram para cinco e de cinco para três, a atual conjuntura (Hayley, Jeremy e Taylor). O Alive in The U.K registra essa nova fase com um concerto em Londres. E esse povo sabe como fazer um show, viu? Sempre bom ter guardado para ver e rever! 

Fora esses três itens, eu tô precisando reforçar meu time de maquiagem, mas eu volto aqui depois só para falar disso! Já viram que tem coisa então, né? ahaha

Minha querida Liubliana

A Eslovenia é mais um dos muitos países pequenos que compõem a Europa. Muitas vezes confundida com a Eslováquia pela semelhança entre os nomes e pela relativa proximidade territorial entre duas localidades, o país  ocupa a região central do continente. Serve como porta de entrada, a partir do norte da Itália, para essa parte menos explorada pelos turistas: a centro-leste. Faz também fronteira com a Croácia, Hungria e Áustria

Em geral, são apenas essas as informações que muitas pessoas possuem sobre o local - e se chegar a tanto! Por isso, entre outros motivos, o local é deixado de lado de vários roteiros turísticos. Até mesmo os que ousam sair do núcleo paris-londres-roma não colocam a Eslovênia como um destino. Talvez pela falta de tempo e de dinheiro, muitas pessoas preferem conhecer metrópoles mais famosas da região central como Praga, Budapeste e Berlim. 

Mas, a partir das informações e dicas que darei sobre a capital do país, Liubliana, eu pretendo mudar um pouquinho a cabeça de vocês haha ou ao menos fazer vocês cogitarem a idéia de um dia conhecer esse país de 20.000 km quadros (menor que o estado do Sergipe!).


Serão três postagens especiais nas quais comentarei diferentes aspectos no lugar: minha experiência, comidas, lugares e outras dicas menos específicas.

Hoje eu começo com uma narrativa geral das duas noites que passei lá! Então, shall we

Vista da Torre do Castelo na qual é possível ver o rio Liublianica e a Praça Prešeren 

Minha viagem

Cheguei em Liubliana depois de aproximadamente quatro horas de viagem saindo de Veneza. Eu fui acordada pelos meus pais logo assim que entramos na cidade. Eles sabiam que eu estava ansiosa para conhecê-la porque eu havia comentado sobre algumas lendas locais e pontos turísticos que encontrei na internet e pelos quais me interessei de cara, como por exemplo A Ponte dos Dragões. Eu sou bem fã de estar por dentro dos folclores e costumes de cada local porque pra mim isso corresponde à “alma” do ambiente, como se o lugar fosse uma coisa viva. 

Das janelas do carro já dava para ver que tudo por ali era bonitinho e organizado, que nem aquelas cidades-vilas típicas de cinema. Juro por deus que quando estacionamos o carro para entrar no hotel, o único barulho que escutei foi o cantarolar dos pássaros. Sem brincadeira. Esse detalhe me marcou tanto que eu fiz questão de anotar no bloquinho de viagem para eu não esquecer nunca mais haha

Ao contrário da Itália que estava um caos por todos os lados (principalmente Veneza onde as ruas são estreitíssimas), Liubliana estava numa paz e calmaria de se ajoelhar. Às vezes, visitar consecutivamente cidades muito lotadas se torna cansativo e você perde um pouco o tesão de conhecer lugares novos. Ainda mais no verão europeu, com os termômetros lá em cima! Então, as duas noites de estada nesse pequeno refúgio foram cruciais para eu continuar no pique da viagem. 

Se liguem no design desse cartaz convocando a população para uma manifestação. Até isso achei demais.

Embora eu estivesse cansada, me alojei no hotel, dei um tempo com os papitos e já saímos para almoçar. Nos hospedamos no Pri Mraku, que além de fofo (como tudo na cidade, vocês vão perceber), é bem localizado. Bem ao lado você encontra algumas opções de cafés/restaurantes deliciosos e ele está próximo ao coração da cidade: o rio Lublianica -  que além de concentrar as principais atrações da cidade ao redor dele, também faz a divisão da nova e velha Liubliana. 

Almoçamos no Le Petit Café, um dos restaurantes ao lado do hotel. Pedi salmão com purê de batata e verduras que, apesar de parecer um prato sem graça do cara**o hihi, estava muito muito bom. Depois do almoço começou a chover forte, portanto fomos praticamente obrigados a voltar para hotel. Aliás, esse é outro diferencial da cidade: o clima. A temperatura ali estava mais amena que nas outras, chegando até a fazer frio. Nos dois dias, o céu esteve nublado e houve chuva. Mas, isso não chegou a ser ruim! Para falar a verdade, foi um baita de um alívio. 


Com a chuva terminada, meu pai e eu fomos dar uma volta pelas margens do rio e pelo centro antigo da cidade. Nisso, conhecemos praticamente todos os pontos principais. Como o lugar é pequeno, dá para fazer tudo a pé tranquilamente. Sobrou tempo ainda para assistir parte do jogo Itália x Uruguai da Copa do Mundo haha. Para o dia seguinte, restou visitar o castelo da cidade - a atração mor. 

Mas sobre isso, e as demais atrações, eu comento melhor no próximo post. Acompanhem!

minha semana: até ano que vem, São Paulo!

Pensei em começar uma tag nova para dar mais dinâmica ao blog e quem sabe iniciar um diálogo com vocês (que não aparecem mas eu sei que existem pois as estatísticas denunciam hahah). Toda segunda-feira falarei sobre minha semana anterior, abordando os fatos mais interessantes que aconteceram ou simplesmente indicando para vocês algo bacana que eu tenha conhecido (série, filme, livro, texto de blog, música, restaurante), sendo lançamento ou não. Posso também compartilhar algum look que tenha fisgado meu coração ou, quem sabe, algo que eu tenha usado. Espero que vocês gostem!

A semana de "estreia", 14-21 de dezembro, foi uma semana de mudança. Primeiro porque mudei de apartamento. Na verdade, saí do flat em que residi por dois meses enquanto eu procurava um apê e eu finalmente achei! Para minha sorte, os lugares estão apenas a um quarteirão de distância então foi relativamente fácil deslocar a mobília. Além disso, meu pai esteve na cidade alguns dias antes e, junto com minha irmã (que passou na puc e vai morar comigo <3), já tinha levado metade das coisas.

Segundo pois, como de costume, vim passar as férias no Maranhão - onde nasci e vivi. Cheguei no sábado e só voltarei em fevereiro. Logo, tentei aproveitar a minha última semana do ano em sp para ver meus amigos paulistas.

No domingo, 14, teve o meu tão esperado show da Pitty realizado pela prefeitura de São Paulo no Parque da Juventude. Por fazer parte de um festival, o tempo de show era limitado a 60 minutos e, para caber nesse tempo, várias músicas da setlist original da turnê foram cortadas. O que não deixou o show menos animal: as clássicas como Teto de Vidro, Pulsos, Memórias e Equalize agitaram o público.

Embora os compromissos, a semana demorou para passar. Era terça-feira e eu já achava que estava na sexta. Aproveitei os momentos de ócio para ir ao cinema, voltar a assistir Sex and The City ou simplesmente vagar pela internet. Confere aí o que encontrei de mais legal:

Froots



Marina and The Diamonds não é um nome frequente nos rankings mundiais de música, mas, com certeza, é um nome conhecido na internet. É a artista pop "underground" mais conhecida do mundo virtual. Em abril lança seu terceiro disco Froots do qual duas músicas já foram divulgadas: uma homônima do cd e Happy.


Happy é mais lenta, uma balada romântica enquanto Froots é bem dançante.


Nunca fui muito apaixonada no trabalho da britânica do País de Gales, mas essas duas músicas me pegaram e agora tô ansiosa para ouvir o cd completo.

Nós somos as melhores


Imagina só: anos 80. O punk está morto. Pelo menos é isso que todo mundo diz. Mas as adolescentes de 13 anos Klara e Bobo discordam até o fim. Elas decidem montar uma banda para provar que todos estão errados, porém, nenhuma das duas sabe realmente tocar um instrumento - o que garante cenas hilárias no filme. Mais tarde, conhecem Hedvig, menina que toca violão divinamente bem, porém tem um problema: é cristã. Convencidas de que a querem na banda, decidem também converte-la. Hedvig aceita participar, mas a garota é cheia de personalidade (como as outras duas) e tem uma resposta na ponta da língua para cada provocação que recebe sobre sua religião.

Toda essa situação proporciona risos intensos nessa comédia dramática da Suécia. É um daqueles filmes que eu vou ver, ver e ver e nunca cansar! Corram atrás, vale muito a pena. 



Hey Claire

Para fechar minhas indicações, vou falar do vlog da norte-americana Claire Marshall. Não sei como nem porque mas me peguei viciada em vlog (sim, isso é a junção de video + blog). Eu que nunca achei interessante haul de compras, get ready with me e tags de perguntas sobre a vida pessoal, me vi virando madrugadas assistindo ao canal Hey Claire no youtube. Acho que é o meu mais novo guilty pleasure hahah. O que me cativou é que além de ser estilosa ao cubo, é maquiadora profissional, tatuadíssima, tem um gato preto e mora em Los Angeles - e como vocês sabem, essa lugar tem um espaço guardado no meu coração. 



Meus vídeos preferidos são os de lookbook - mas já cheguei num nível que tô gostando até de ver ela indo tomar café ou indo ao IKEA. Sério. Preciso parar.


A única coisa que me deixa triste é que ela é total dependente em maquiagem. Ela já assumiu que, devido à problemas de pele, não gosta de se olhar sem maquiagem no espelho e que quando maquiada se sente muito mais confiante e com uma melhor alto-estima. Eu já tive problema de acne e sei que é foda, então me dá vontade de super bater um papo com ela e falar: foda-se, não se cobre tanto.

Viu? Já tô até me imaginando amiga. Kardashians who?


Gostaram da nova tag? Deixa sua opinião aí nos comentários! 

onze dias de sumiço e três dicas

Antes eu tinha a viagem, agora eu não tenho nada além da falta de inspiração para justificar minha ausência nesse blog. Porém, querendo tirar proveito até dos meus dias de recesso, resolvi contar um pouco para vocês sobre o que andei fazendo nesses onze dias em que não escrevi nada por aqui:

Conheci a banda HAIM 




Já percebia que vários conhecidos e amigos andavam compartilhando vídeos, músicas, fotos ou comentários sobre as três irmãs da califórnia Danielle, Este (apelido para Esternely) e Alana Haim, que haviam lançado seu primeiro disco em 2013. Vez ou outra chegava a escutar algo, mas sem dar muita atenção. Até que o itunes colocou o disco Days Are Gone em promoção e eu resolvi comprá-lo para saber o que elas tinham de tão especial. E fala sério, por que eu demorei tanto para entender? Todas as faixas do albúm são boas. Um pop agradável e longe, na minha humilde opinião, de ser aquela coisa "chiclete". Além disso, elas transmitem personalidade e seguram muito bem o visual rocker! Danielle, vocalista e guitarrista, por sua vez, já havia trabalhado para Jenny Lewis e Julian Casablanca, tocando em suas turnês.

Ontem saiu o clipe do novo single da banda My Song 5, uma das minha favoritas. Dá uma conferida:



Assisti Orange is The New Black

Quem me segue no twitter não deve ter me aguentado nessa última semana! O que eu comentei sobre OITNB não foi pouco. Sério! Outra febre que eu me arrependi de não ter começado a acompanhar antes. Em menos de duas semanas assisti às duas temporadas já lançadas e estou desesperada pela terceira! A série mostra o dia a dia de uma prisão feminina e, de maneira cômica (sem deixar de ser dramática), apresenta mulheres super impactantes e muito engraçadas! Com suas características peculiares, todas acabam nos envolvendo na trama. Acessem à Netflix e comecem a ver a-go-ra! Para você ter uma noção: a série está concorrendo em 12 categorias do Emmy desse ano. A atriz Uzo Abuda que interpreta a Crazy Eyes já levou o Emmy de melhor atriz convidada no evento Creative Arts Emmy, realizado uma semana antes da premiação principal e focado na entrega dos prêmios de categorias técnicas e participações especiais.


Viajei pro Rio de Janeiro

Dessa vez passei menos tempo que de costume, mas sabem como é né? Rio é sempre Rio! Como o clima estava friozinho e chuvoso, não rolou visitar alguma praia mais afastada da cidade, como a Prainha ou Grumari, que eu morro de desejo de conhecer! Mas o sol apareceu por algumas horas no domingo e consegui aproveitar um pouquinho Ipanema! No sábado, fomos para CAVE onde aconteceu o Heavy Baile, uma festa que mistura o funk com o hip hop. Bem legal, se vocês tiverem a oportunidade de ir, eu aconselho!

Sobre a minha quase primeira ídola

Tá bom, a minha primeira febre foi Sandy & Júnior e tenho muito orgulho disso! ahaha eu fiz parte do fã clube nacional - recebia um jornalzinho com as notícias dos ídolos todo mês + alguns brindes, assisti aos filmes (sdds acquaria) e à serie, fui no show e até conheci eles. Sim, eu sei. Sou muito sortuda. Conheci dois dos meus maiores ídolos (ou seriam três?).

Depois da dupla de irmãos, veio a vez da Hilary Duff: A minha porta de entrada para esse mundo que se chama Disney Channel o qual atualmente eu não faço noção da programação. Primeiro eu assisti Lizzie Mcguire - Um Sonho de Popstar para depois descobrir que existia a série - e consequentemente o canal de televisão da disney.

Miranda e Lizzie arrebentado nos penteados dos anos 90 tudo

Meu deus! Eu me lembro como se fosse ontem da mini chames de nove anos procurando na internet "lizzie mcguire" e abrindo o site da disney channel e descobrindo esse mundo fantástico. Foi por essa série que mudamos da tv a cabo para a sky! Assistir Zapping Zone tinha virado rotina para mim. Foi a época de OURO do programa: As Visões de Raven + Lizzie Mcguire + Zack e Cody! Sério, era MUITO bom.

Quando minha família se mudou para Portugal no final de 2004, eu fiz questão de que meus pais assinassem um pacote de tv com a disney. No Él Corte Inglés, eu comprei todos os cds até então lançados da Hilary. De volta ao Brasil, ela protagonizava muitos dos meus filmes adolescentes prediletos. Raise Your Voice (obriguei minha amiga Nicolle a ver o filme comigo assim que coloquei meus pés na terra tupiniquim), A Nova Cinderela e Paixão de Aluguel. Sem falar de Doze é demais! 

Você também amou esse filme!

A Hil era tudo. O oh-hilary era minha leitura obrigatória diária. Come Clean era minha música do chuveiro. Eu amava (e ainda amo) o jeito que ela se vestia. Depois ela começou a ficar muito magra e eu a ficar preocupada com as suspeitas de anorexia.

Bem mais tarde, Em 2011, ela lançou um livro que deu origem a uma série. Eu estava no intercâmbio e ela fez uma sessão de autógrafos na Barnes & Nobles do The Grove em plena QUARTA-FEIRA e eu lembro que quase chorei por não poder ir. Eu teria conhecido quatro dos meus maiores ídolos.

Hilary Diva e seu livro, Elixir.

E o motivo de eu estar declarando tudo isso para vocês (e quem é/foi fã dela sentiu tudo isso que eu senti) é porque hoje é o lançamento, depois de 7 anos, do novo single da moça: Chasing The Sun! ISSO ESTÁ MESMO ACONTECENDO?

A música foi escrita por Colbie Caillat, Jason Reeves e Toby Gad

Ser fã é uma coisa incrível. Sério. Olha quanta memória feliz eu tenho por simplesmente ter admirado uma pessoa de forma tão sincera? Nunca vou parar de ser fã - seja da Hilary, seja da Dulce (do RBD), seja de quem vier. É muito gostoso e muito brega e muito tudo.

AH! O novo disco também terá uma música escrita em parceria com Ed sheeran!

Au revoir, migos

migos e migas, galera em geral

Ficarei ausente por alguns dias. Mentira, por um tantão de dias. Acontece que entrei de férias e vou aproveitar a copa para fugir do país hahaha. Vou viajar com os meus pais, que não vejo há um bom tempo, e curtir la vida loca. Logo, não terei como atualizar o blog durante esse período. Mas pensem pelo lado positivo: eu vou vivenciar tanta coisa que vocês vão até pedir para eu calar a boca (nesse caso, parar de escrever). 



Mas para o blog não ficar tão parado tive algumas ideias:
1. Convidei algumas amigas para escreverem de vez em quando por aqui. So, fiquem atentas(os). 
2. Quero criar uma página, no facebook ou o usar o tumblr que já existe (clica no link para visualizá-lo), para ir compartilhando fotos, links e pensamentos que me ocorrerem durante a viagem. O que acham? O que é melhor? Tumblr ou face? COMENTEM (eu queria lançar uma enquete, mas não sei como se faz isso não)

E é isso! Ah, eu queria dizer que tinha planejado postar mais duas publicações aqui essa semana, mas como o tempo foi corrido não deu muito certo. Me perdoem.

Um beijo na bunda de cada um! 

California Tears

Em setembro desse ano, completará três anos que embarquei para Los Angeles, Califórnia, para estudar um semestre em uma High School americana. Lógico, uma oportunidade incrível. Mas não, eu não convivi com cheerleaders e meninos malvados que jogam ponche na cara dos nerds. E, não, eu não morava em Hollywood nem em Beverly Hills. Mesmo assim foi uma experiência do caralho.

Eu não vou mentir: criei expectativas muito altas que acabaram não sendo totalmente correspondidas. Além disso, acredito que não fui na melhor época da minha vida. Eu costumo ser uma pessoa que assim que toma uma decisão, se entrega de cabeça. Já tinha morado em outro país e viajado sozinha, então estar fora do Brasil e sem a minha família não lá um grande problema. Olhando para trás, percebo que talvez tenha me fechado demais com minha host family e também sofri mais do que deveria - por uma paixãozinha da vida que tinha ficado aqui (sim, olha que rídicula hahah). E claro, viver em Los Angeles sem um carro era complicado. Hoje, sei que se voltasse agora para lá aproveitaria bem mais.



Vira e mexe, fico choramingando com saudades das coisas que eu vivi por lá, dos amigos que fiz e pela cidade em si, que é maravilhosa. Pensando nisso, imaginei que seria legal compartilhar com vocês as coisas que eu mais sinto falta da minha época de valley girl. Vamos lá?


1. Andar de ônibus

Nada chato pegar um ônibus e parar na Disney né?

Sim! Eu continuo andando de ônibus em São Paulo. Eu sei que você deve estar pensando "U-hul. Legal. Que grande bosta", mas andar de ônibus em Los Angeles era o meu único meio de locomoção. Eu morava no extremo norte de San Fernando Valley e para poder conhecer o restante da cidade precisava pegar os mais diversos ônibus. Inclusive, o ponto ficava meio longe da minha casa então minha host famíly me oferecia carona até lá algumas vezes, caso contrário eu andava umas meia horinha para chegar no ponto. Mas a distância nunca me desanimou: todo final de semana eu programava um lugar diferente para conhecer. As viagens costumavam demorar, de Sylmar (meu bairro) até West Hollywood, por exemplo, levava cerca de uma hora e meia e eu precisava trocar de ônibus (230 e 218 eram os dois ônibus que eu precisava pegar - guardo com carinho essa informação porque era meu programa predileto no fds e eu adorava a vista do 218). Uma coisa bacana em andar de ônibus é que você presta atenção nas pessoas: no 218 quase sempre eu tombava com uma senhora de quarenta e poucos anos que se vestia INTEIRINHA - dos pés a cabeça - de rosa. Ah! E eu quase sempre quase mijava nas calças: eu bebia tanta água durante o trajeto que chegava ao destino final super apertada. São tantas lembranças doidas que até fiquei meio triste quando entrei no site do transporte público para checar as informações.

2. Melrose Avenue, Fairfax Flea Market e The Grove

Esses eram os lugares que o 218 me deixava. Como eu amava a vibe de West Hollywood! Era tanta gente estilosa por metro quadrado que eu ficava até tonta. Melrose tem as lojas mais legais - e estranhas também - do mundo, e na esquina dela com a Fairfax tem um mercado de pulgas que era o meu xodó. Alguns quarteirões dali fica o The Grove, um shopping a céu aberto. Eu amava ir no The Grove só para ir no The Grove. Minha loja preferida com certeza era a livraria Barnes & Nobles. Com três andares só de livros, o último tem um starbucks e dá uma visão geral do shopping muito bacana, principalmente na época do natal em que ele fica todo decorado. Lá também está o Farmer's Market, uma feirinha com restaurantes das mais diversas culinárias, inclusive a brasileira. Vários famosos passeiam por lá. Na época, lembro que vi a Kylie Jenner com o Cody Simpson e a Jane Lynch, de Glee. Foi no The Grove que eu conheci minha musa Katy Perry - o lançamento do perfume Meow aconteceu lá e as 200 primeiras pessoas que comprassem o perfume teriam a oportunidade de conhecê-la.

The Grove

É claro que eu madruguei na fila. E madrugar em Los Angeles não é tão fácil como madrugar na cidade que você viveu a vida inteira com os pais. Como eu só conseguia me locomover pelos ônibus e pegar ônibus de madrugada em Los Angeles é tipo suicídio, dei 50 dólares prum conhecido da minha host family me deixar no The Grove umas três horas da manhã. O táxi daria tipo uns 120 dólares. Enfrentei um frio desgraçado só com um blazer e uma camisa de manga comprida. Fiz amizade com uma menina australiana na fila e com a mamis dela. Lembro que elas eram legais e eu combinei de visitá-las na Austrália, mas infelizmente não me recordo nem do nome delas hahaha. Só fui conhecer a Katy umas sete horas da noite.

Será que eu chorei?

AGORA UMA HISTÓRIA LEGAL:

Depois da euforia de conhecido a Katy Perry e tudo mais, eu precisava me concentrar em encontrar a minha mãe, que tinha acabado de chegar de viagem, e estaria no shopping me esperando. De lá, nós iámos para o hotel em que ela se hospedaria. Passou uma hora e nada da minha mãe aparecer. Comecei a chorar feito um bebê e uma outra mocinha que tava na fila da Katy foi me oferecer ajuda. Consegui ligar para minha mãe pelo telefone da menina e descobri que colocaram minha mãe no fim do mundo, em um hotel na beira da estrada. Por milagre de Deus, a menina, que ia voltar para San Francisco (se liga, Los Angeles - SF são seis horas de viagem) me ofereceu carona até o hotel que a minha mãe tava enfiada. Demorou tipo DUAS horas pra gente chegar onde minha mãe tava. Nunca vou esquecer da frase (óbvio que eu não decorei, mas foi alguma coisa tipo isso rsrs) que menina falou pra mim: "Não precisa agradecer. Eu fico feliz de fazer algo bom pelas pessoas. Na verdade, faça algo bom por alguém também, é assim que você pode retribuir o favor". OLHA ISSO. Que fofa. Ainda bem que a gente é amiga no face <3

Contei essa história com moral porque acho ela muito bonitinha hahaha fala sério, eu já posso fazer um filme.

Mais uma foto da musa no dia do lançamento do perfume


3. Dançar - The Rage

Eu fazia aula de dança no intercâmbio. Era aula de Hip Hop e eu era muito ruim HAHAHA Tudo bem que minha professora tinha minha idade, mas isso só serve para me humilhar ainda mais. Muito gente em Los Angeles começa a investir na carreira desde cedo. Tinha aula de hip hop para criança e você via criatura de três anos de idade fazendo dougie. As escolas de dança lá, na verdade, são companhias. A minha companhia era a The Rage. Olha essa apresentação deles:



4. Amigos

Os melhores amigos que fiz também eram intercambistas. Henrik, Flora e Franzi são da Alemanha, enquanto Stefania, da Itália. Nós vivíamos juntos pelo motivo óbvio de estarmos na mesma situação (ou seja, estrangeiros se sentindo estranhos em uma sociedade estranha hahah) e na mesma escola. Fomos todos pela mesma "companhia" e tínhamos a mesma orientadora de intercâmbio. Lanchavámos juntos, íamos ao cinemas juntos, convidavam a gente para as mesmas festas e saíamos quase sempre juntos nos finais de semana. Claro que cada um acabou fazendo alguns amigos "particulares", mas nós erámos o porto seguro um do outro. Eu morava na mesma casa - no mesmo quarto para ser exata - que a Franzi. A ste e a flora também moravam juntas, só o Henrik, por ser macho, que morava sozinho. Eu e ele até tentamos bolar um plano pra morar junto, mas não deu certo ahahahah a casa dele era incrível, tinha piscina e tudo.

Flora, eu, Stefania, Henrik e Franzi


5. Minha escola Perfoming Arts

Minha escola era diferente das demais. Ela não só tinha aulas básicas como física, história, matemática, língua estrangeira, etc como também as mais diversas aulas de arte como teatro, desenho, música, dança e por aí. Nosso horário deveria ser preenchido por no mínimo oito aulas: quatro das usuais e quatro de artes. Eu amava as aulas de teatro e dança - meus melhores amigos americanos estavam nessas aulas. Teatro era incrível porque muitos alunos dali realmente queriam ser atores. Galera fazia aula de teatro desde pequeninho e sonhava em estrelar uma filme hollywoodiano. Minha amiga Phoebe Shaw tinha se mudado com a mãe para LA justamente para tentar a carreira de atriz! Era muito bom estudar com pessoas determinadas assim. Inclusive, um menininho lá da escola fez A Origem. Legal né?

Depilação: quem teve essa ideia?

Se depilar é um saco. Tudo bem que com gilete nem demora tanto e é prático, afinal, qualquer pessoa pode ter em casa. Mas o pelo nasce grosso e cresce de dois em dois dias. Veet meleca tudo e às vezes fica meio tenso conseguir se livrar dos pelos com esse bagulho. Cera dói pra cacete e fotodepilação/laser é muito caro.



Depilação é um assunto meio polêmico. É uma questão, não só estética, como social. Por que as mulheres precisam estar sempre depiladas enquanto os homens podem desfilar por aí com as pernas cabeludas? Essa é uma questão que rende horas de debate. Esse hábito já está tão empregnado na nossa sociedade que muitas pessoas se sentem incomodadas (e eu confesso que sou uma delas) com algo tão natural que é ter pelos. Gente, os pelos crescem em todo mundo. Por que as pessoas continuam se chocando ao ver uma moça com pelos? Tipo, se você gosta da sensação de não ter pelos, isso não significa que você deva julgar alguém que gosta de tê-los. Eu sei que é um choque cultural, mas se a gente parar pra pensar é só pelo - a mesma coisa que nós temos na cabeça. Para não dizer que estou sendo radical, não vou nem falar do movimento pró-mulheres peludas, e sim lembrar de todo aquele bafafá que rolou quando saiu a playboy da Nanda Costa.

Sophia Loren, musa e peluda.

Mas a minha reflexão original, sem querer desmerecê-la, não era tão profunda assim. Eu tava tomando banho, preparada para raspar a perna, quando eu pensei "caraca, que coisa chata! quem será que foi a primeira pessoa a fazer isso na vida?". Sim, eu sei, quem pensa numa coisa dessas no meio do banho? Mas eu juro que fiquei curiosa para saber qual foi a primeira civilização a realizar a depilação e porquê.

A internet não facilitou muito para que eu entendesse por que os primeiros povos passaram a se depilar, mas consegui achar algumas coisas interessantes.

Sofrer para não ter pelos é um costume antigo

Na antiguidade, mais precisamente na Grécia, as mulheres queimavam a pele com cinzas super quentes para remover os pelos. Se você acha que cera dói, se liga nisso: a dor que elas sentiam era tanta que precisavam de um "analgésico" - uma bebida forte que entorpecia o corpo.

Cleopatra, por sua vez, depilava-se com faixas de tecido fino e cera quente (OPA!). Além da cera de abelha, os egipcíos antigos utilizavam a argila e extratos de sândalo.

Na Idade Média se depilar poderia ser considerado ato de bruxaria

Pois é, como sabemos a Idade Média foi uma época de grande dominação da igreja católica no mundo ocidental. A depilação era totalmente banida, graças à preocupação com o pudor, e poderia até ser considerada bruxaria.

Existe uma expressão para a depilação masculina

Body Grooming é como se chama o ato de raspar qualquer pelo (cara, como pelo fica estranho sem o acento) de homem que não seja da barba (porque aí é barbear). Então vocês já sabem: homem não se depila, ele body groomeia hahahah brincadeiras a parte, qual é a necessidade de ter uma expressão própria para homem?

Por favor ein, um time de rugby não se depila, faz body grooming


As fontes da pesquisa:
Depilação
Portal da educação

OBS.: Nem sempre o que a internet coloca é verdadeiro. Então, por favor, se alguém souber de alguma informação incorreta, deixe-me saber!

Coisas legais que acontecem quando você recebe visita

Na quinta-feira passada, minha irmã gênia e maravilhosa veio para São Paulo me visitar. Como ela tá no terceiro ano do ensino médio, ano pré-vestibular, ela aproveitou a viagem para descansar e tirar uma folguinha da química e da física. A melhor coisa de receber visita é que você tem que levá-la para passear - mas acredito que nós só achamos isso bom quando a pessoa tem um gosto compatível com o nosso. Depois de anos de muita fight e discussão, finalmente eu e minha irmã amadurecemos e decidimos ser amigas e ter a sensatez de termos bom gosto para tudo rs. E é óbvio que o nosso gosto é o mesmo.

Eu e ela, o contrário de finas, depois de ter comido sushi até morrer

Pois bem, ela pegou um táxi para o aeroporto não faz nem trinta minutos e eu já estou morrendo de saudades. Então resolvi relembrar as coisas legais que fizemos no fim de semana e chorar um pouquinho. Embora eu tivesse muito ocupada com a faculdade - estava gravando o Vem Comigo! (Programa da Gazeta no qual alunos atualizam uma matéria antiga feita pelo jornalista Gourlat de Andrade) e perdendo os neurônios com a semana de provas que começou hoje - consegui fazer coisa legais com ela.

Assistimos Malevóla


Eu amo cultura infantil/juvenil tanto (como vocês já devem ter desconfiado) que pretendo trabalhar com esse público algum dia. Embora eu tenha sido uma criança meio estranha porque eu nunca curti brincar de barbie, eu não consegui fugir dos contos de fadas. Tudo bem que os meus desenhos preferidos da disney eram Peter Pan e Alice no País das Maravilhas (ou seja, muito fantasioso e nada convencional), mas eu também amava a Bela Adormecida, principalmente, pelas fadas que faziam o vestido da princesa mudar de cor na cena final. 


Como a gente cresce e descobre que os vilões são bem mais divertidos que os mocinhos, fiquei animada de saber da produção de Malevóla. Com a Angelina Jolie. Com música da Lana del Rey. E não qualquer música, mas Once Upon a Dream.



Minha irmã, que também ama Lana e ama Disney, estava tão na espectativa quanto eu. O filme, assim como a Alice do Tim Burton, é uma adaptação que foge da versão em desenho animado. Malévola é apresentada como a fada  protetora do reino dos Moors. Ela teria sido enganada por um humano pelo qual jurou vingança e, assim, teria se tornado a vilã que conhecemos na outra versão. Eu não tenho nenhuma teoria para fazer uma crítica profissional do filme, tenho apenas a mera opinião de espectadora que achou o filme incrível e lindo. É uma versão que dá para comprar. 


Fomos no lançamento da Fanzine do GWS

O Girls with Style é um blog carioca que fala sobre moda, comportamento, música, etc de um jeito alternativo e puxado para o estilo rock. Eu acompanho as meninas, Nuta, Marie e Carol, há muitos anos - desde que eu era uma pré-adolescente metida a adolescente. Nesse sábado (31 de maio), elas vieram para SP lançar o terceiro fanzine (clique no link para saber mais) do blog.

O evento foi bem legal, primeiro por que eu finalmente pude conhecê-las e elas puderam me conhecer. Antes de ser um blog, as meninas eram apenas uma comunidade do orkut na qual meninas (e meninos também) de todo o Brasil podiam trocar idéias sobre assuntos em comum. Como sou leitora das antigas e sempre fui a caçulinha da comunidade GWS no orkut, elas sabem quem eu sou.

O nosso esperado encontro

Minha irmã adorou o evento pois ela nunca tinha ido a nada parecido. Nós recebemos brindes, fizemos um tour pelo local, que era a fábrica da marca de roupas Honey Pie, e pudemos conhecer um pouquinho sobre o processo de produção de uma coleção de moda. O melhor ficou pro final: um bate-papo com a Jana Rosa (ex-blogueira de moda e ex-VJ) e Camila Fremder, autoras do livro Como Ter Uma Vida Normal sendo Louca. Elas contaram, inclusive, que o livro vai virar peça. Super engraçadas, elas divertiram o público e quase me fizeram mijar de rir.



Jana Rosa, minha amiga Braun, eu e Camila Fremder fazendo a tigresa

Ah! Sem contar que eu me matei de comer pois eram oferecidos três tipos diferentes de sanduíches, brigadeiro, água, refri e cervejinha. Viva o open food!

Conheci a Liberdade

Calma! Eu já fui na liberdade. Já fui no jardim japônes e já comi na feirinha. E para mim, era disso que a liberdade se tratava. Porém, a amiga de intercâmbio da minha irmã, Corina, é frequentadora assídua do bairro e mostrou vários lugares bem mais legais do que a feirinha pra gente. Descobri que existem vários restaurantes enfiados dentro dos centers e até mesmo dos estacionamentos. Começamos o passeio bem porque comemos um rodízio delícia na CiaOriental, depois fomos tomar chá de pobá, o famoso bubble tea. Nossa, como eu amei esse treco. Cha de pobá é vida.

Eu tomei chá vermelho + mel e a Corina, chá vermelho + maracujá. O dela era melhor que o meu :(




Não satisfeitas com o rodízio e o chá, nós ainda queríamos sobremesa. Mas antes fomos na lojinha fancy goods (dar espaço pra comida), onde comprei três cardenos fofos (mais cardeno pra minha coleção "cadernos que nunca irei usar porque são muito fofos"). Infelizmente, não lembro o lugar onde comemos sobremesa. Eu na verdade não comi, mas minha irmã e corina sim. Olha que louca a sobremesa da corina:

Gelatina de café. Eu provei e num é que boa?


E esses foram os passeios mais legais que eu fiz com minha irmã. Se vocês quiserem ir em algum desses lugares em que eu citei, deixo o endereço para vocês aqui:

CiaOriental: Avenida da Liberdade, 345 - Liberdade, SP
Tea Station: Rua da Glória,, 283 - Liberdade, SP 
Fancy Goods: Rua Galvão Bueno, 224 - Liberdade, SP

Mas e aí? Vocês gostam de receber visitas ou nem? Quais lugares vocês costumam ir na liberdade? Conta pra mim que ficar falando apenas da própria vida é muito chato!

O que a faculdade fez por mim

1) Conheci o feminismo
Na semana da Mulher e Mídia (uma semana dedicada à palestras e debates, na faculdade, sobre a mulher e sua relação com os meios de comunicação) desse ano, fiquei refletindo sobre quando eu teria me tornado uma feminista. É certo que eu sempre acreditei que homens e mulheres são iguais por direitos, mas eu não tinha noção de que muitas coisas com as quais eu concordava (e até mesmo fazia) eram consequências de séculos de dominação do pensamento patriarcal. Ficou complicado? Deixa eu exemplificar: eu colocava culpa na amiguinha "inimiga" e não no bofe quando ele era o culpado, eu falava mal da amiguinha que curtia a vidalok da balada. Essa história toda de que meninas se odeiam e amam falar mal umas das outras. Mas o feminismo chegou pra iluminar minha vida e me fez descobrir que todas essas atitudes eram contraditórias à minha crença de as mina não são diferentes dos homens e merecem ser tratadas da mesma forma que eles (e claro, descobri que feminismo não era só a luta das operárias no século XX.). O feminismo fazia parte de mim antes de entrar na faculdade (graças a deus) mas só nela passei a entendê-lo de maneira mais completa. 

Créditos: Modern Girl Blitz



E se você não entende muito bem e morre de medo do nome feminismo, aqui estão alguns links interessantes sobre o assunto:

Você sabe o que é feminismo?
Are you a feminist? (GENIAL, diga-se de passagem)


2) Perdi meu fanatismo pela moda
Eu visitava blogs de moda do momento em que eu chegava da escola até a hora em que eu era obrigada a dormir. Todos os livros (literalmente) que eu comprei no meu intercâmbio eram sobre moda. Eu assistia The Rachel Zoe Project e era viciada nas Olsen. Daí você imagina que eu era super expert (e era mesmo) no assunto e, provavelmente, queria trabalhar nesse ramo (e queria mesmo). Por algum motivo desde que comecei a faculdade, a minha adoração acabou drasticamente. Hoje, se leio sobre moda é por que a revista ou o blog também fala sobre isso, mas não é um veículo especializado nisso. Talvez, eu não goste dessa moda ditatorial (use aquilo, use isso, isso é over), dessa onda de blogs  look do dia que compõe os principais (ou mais influentes) blogs do brasil . Eu preferia a época em que look do dia do instagram era o wardobre remix do flickr e a gente só tava interessada em saber como as pessoas conseguiam se divertir através das roupas.

3) Descobri que não tenho a menor ideia do que estou fazendo com a minha vida
Desde que lia a revista Smack! eu tinha a certeza de que faria aquilo. Eu tinha nascido pra isso e nada mais no mundo me agradaria. No primeiro ano do ensino médio, eu já sabia sobre o que iria falar no meu TCC. Mas aí eu entrei na faculdade e ela riu da minha cara. Eu amei todos minhas aulas, mas aí entrei em crise, pensei em trancar a faculdade mas aí ela me animou, eu voltei a gostar só que cheguei muito perto de trancar. Acho que quando você cresce, e percebe que pode realmente morrer de fome, as crises começam a ser muito ameaçadoras. (Se você quer saber, agora estou novamente na fase "amo todas minhas aulas")

Eu tinha essa! <3 <3

Vamos, por favor, analisar essa smack! : Harry Potter (LANÇAMENTO DE LIVRO <3 SOCORRO), Emily the Strange (eu tinha agenda, estojo, diário....), SAIBA SE VOCÊ PRECISA USAR SUTIÃ. Tudo que eu posso dizer é: #voltasmack!!!

domingo 4:26 AM

Eu tenho um desses blogs secretos. Esses que você cria para si mesmo e que ninguém mais pode ver, sabe? Você até o configura como privado - só quem tiver a "senha" tem acesso. Mas eu não dei a senha pra ninguém... Enfim, depois de muito tempo, fui lá dar um lida, averiguar se estava tudo certo, dar uma olhadinha no passado.

Li duas ou três publicações e parei. Fiquei um tempo encarando o nada.
(Bem aqui, meu pensamento foi atropelado por um berro de uma mulher na rua, fiquei assustada e levantei da cadeira para saber do que se tratava)
Pois bem, onde estava? Sim, eu fiquei encarando o nada. Um vazio intenso tomou conta de mim. Eu senti um medo misturado com orgulho. Os textos eram bonitos, as palavras delicadas e fortes, mas pareciam tão estranhos - como se eu nunca os tivesse lido, imagine tê-los feito! Fiquei pensando se era normal esquecer assim do passado, dos nossos sentimentos e da maneira como nos relacionávamos com o mundo. Aí fiquei com medo. Mais medo ainda quando vi que a última publicação datava mais de um ano!

"Putz, o que aconteceu comigo? Por que não escrevo mais? Cadê a inspiração?" O medo se tornou insegurança, angústia, ansiedade. Eu tive um ano um tanto conturbado no quesito vocação. Eu que sempre tive tanta certeza sobre ser jornalista, não tenho mais. E por fim, nem consigo mais falar sobre meus sentimentos? Tudo bem que eu não extravazava assim com muita frequência, mas UM (01) ANO (365 dias)? Virei um zombie que fica perambulando pelas ruas de São Paulo? Por favor, chama um terapeuta e me arruma um divã que estou em crise existencial.

Esse é um desabafo sobre um ano de pouca produção, poucos resultados, poucas certezas. As mudanças que aconteceram na minha vida me bagunçaram todinha. Me viraram do avesso e descobri que esse também não é o meu lado certo.

É tudo culpa da sociedade capitalista, na qual tudo tem que ser frutífero. Me poupe. Se não fosse vocês, eu estaria muito bem com o meu ano de divagação, obrigada. (aqui você pode rir)

Sabe, a Cristina? Personagem do Woody Allen daquele filme em Barcelona? a Maria Elena disse que ela sofria de insatisfação crônica. Nunca vi alguém me retratar tão bem em uma fala - e aí percebi que eu nem estava no enredo.

E ano de vocês, como foi? E 2014, já fizeram os planos?



O sofrimento nosso de cada dia

    Uma vez um professor de atualidades comentou que nós não deveríamos diminuir ou ridicularizar nossos sofrimentos. Foi um comentário breve, uma observação feita enquanto falava de algum assunto muito importante para a humanidade. Não sei se as pessoas repararam no que ele disse, mas eu sim.
   É certo que existem pessoas passando fome na África e também na esquina daqui de casa; pessoas que não tem casa e passam frio à noite - mesmo no verão. Existem pessoas que perderam a mãe e/ou o pai, um filho, um amigo, um amor. Existem pessoas que tiveram o coração partido em pedacinhos e outras que sofreram ao partir o coração de alguém. Existem pessoas que choram antes de fazer uma prova, pessoas que choram porque não consegue entrar na faculdade ou porque não sabem o que querem e nem o que estão fazendo da vida. Mas também existem aquelas que quebram a unha e dizem "puta que pariu! Por que nada dá certo uma única vez?".
   A semelhança entre todas essas pessoas? Elas se sentem inconformadas e esperam uma mudança. Todas elas ficam à espera de algo novo. Esperam por um novo amor, pela nota da prova ou pela unha grande. Umas esperam o acaso, o destino agir enquanto outras se colocam como o "agente transformador" de sua realidade. O sofrimento cria, em nós, expectativas e são essas expectativas que nos alimentam do desejo de viver. Nós precisamos estar vivos para saber do que estar por vir. Parece óbvio, mas acho que esquecemos disso algumas vezes.





LAYOUT POR MAYARA PEREIRA - DESIGNS DE MAAY
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS ©